No início do século XX, Lorde Balfour, chanceler do Reino Unido, proclamava: “As grandes potências estão comprometidas com o sionismo. E o sionismo, seja ele correto ou errado, bom ou ruim, tem raízes em tradições de eras, em necessidades atuais, em esperanças futuras, de importância muito mais profunda do que os desejos e preconceitos dos 700 mil árabes que agora habitam a antiga terra”.
Seguindo a mesma lógica feudal, colonial e antigas heranças de política externa arcaica e pré democrática, vive ainda o povo palestino sob o julgo da ocupação israelense.
